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quarta-feira, 29 de junho de 2011

Quanto vale ou é por quilo?


Quanto vale um ser humano? Essa é uma das várias perguntas que surgem na sua cabeça durante o longa brasileiro “Quanto vale ou é por quilo?” que será exibido no Cineclube Opiniões neste sábado, 02, na Filmoteca Acriana (Biblioteca Pública do Acre).


O filme de Sérgio Bianchi inspirado em um conto “Pai contra Mãe”, de Machado de Assis, faz um paralelo da situação dos escravos na época colonial e a miséria social nos dias atuais, mostrando que muita coisa ainda não mudou, ao mesmo tempo que faz um forte critica as ONGs sociais.

Mas se por um lado o filme afirma que há reminiscências que nos são constitutivas, também abarca sua incorporação e complexificação nos dias atuais: a miséria ou a prisão como economicamente rentáveis e geradoras de emprego, a solidariedade como empresa ou até mesmo a denúncia como um negócio.

No atual jogo "democrático" e de "participação" da sociedade civil em prol de demandas não atendidas pelo Estado, as ongs - ou o terceiro setor, como se convencionou chamar - aparecem no filme funcionando como empresa, incorporando seu discurso típico e objetivando, enfim, o lucro.


PORTANTO, NÃO SE ESQUEÇA!


QUANDO:
Dia 02 de julho 2011 (Sábado)

ONDE: Filmoteca Acriana (Biblioteca Pública)

HORAS: 19 horas!

QUANTO: O quanto você quiser!

TRAILER:

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Apresentação da ABPI-TV sobre a PLC 116


Brasília, 16 de junho de 2011.

Reflexões sobre PLC 116

Durante os últimos três anos participamos ativamente na Câmara dos Deputados do processo que resultou na aprovação do então chamado PL 29. Foi um longo e exaustivo processo que envolveu profundos debates e negociações que culminaram no acordo final.

Todas as partes cederam: os produtores, os canais brasileiros de TV a cabo, as operadoras, as emissoras de TVs abertas, o governo e as empresas de telefonia.

Sabemos que nunca, numa legislação que envolve muita negociação com diferentes segmentos e interesses, além da complexidade do tema, existirá total unanimidade ou convergência. Sempre haverá pontos a serem aperfeiçoados.

Da nossa parte ambicionamos uma legislação, como por exemplo, a dos Estados Unidos, onde existe uma agência como o FCC - Comitê Federal das Comunicações, responsável por normas rigorosas nas comunicações daquele país, onde durante muitos anos os canais de TVs abertas só podiam exibir até 30% de programação própria, ou seja, aquela produzida pelo próprio canal. Os 70% restantes, a maior parte da grade de programação, era composta pelo conteúdo independente a ser buscado no mercado.
Esses dispositivos legais foram tão importantes para o mercado norte-americano, que após décadas de sua aplicação, essa norma pôde ser flexibilizada, pois o mercado já estava consolidado e os atores com seus papéis claramente definidos: os difusores e os produtores de conteúdo.
E assim ocorre também com a regionalização nos Estados Unidos: as transmissões em rede nacional têm limite de tempo diário, favorecendo os conteúdos regionais e o desenvolvimento local.

Poderíamos ambicionar igualmente a legislação francesa, que cria condições extraordinárias para o desenvolvimento da produção nacional independente, com presença hegemônica nas salas de cinema e na TV, além do sistema de cotas que vigora nos países europeus.

Nesse ponto em particular, vale a pena citar um trecho do estudo recente realizado pela UNESCO (Fevereiro de 2011 - ISSN 2176-3224) sobre "O Ambiente Regulatório para Radiodifusão: Uma Pesquisa de Melhores Práticas para os Atores-chave Brasileiros", em seu capítulo OBRIGAÇÕES POSITIVAS DE CONTEÚDO, com relação às cotas de produção nacional:

"A obrigação de oferecer conteúdo produzido no próprio país é uma forma importante de reforçar o senso de identidade nacional, e, também, de impulsionar o desenvolvimento de uma indústria de programas para radiodifusão. Isso é especialmente relevante no caso de países mais vulneráveis à influência cultural da programação estrangeira, importada a preços baixos. A produção nacional também ajuda a reforçar o sentimento de unidade em países grandes e diversos, como Canadá e Estados Unidos."

No Canadá, aplicam-se cotas rigorosas para conteúdo nacional. As emissoras de TV particulares devem garantir que pelo menos 60% de sua programação.

Nos Estados Unidos, além de adotar programação essencialmente nacional, em 1995, 50% dos programas exibidos no horário nobre da televisão aberta havia sido realizado por produtoras independentes.
Nos países da Comunidade Européia, a Diretriz de Serviços de Mídia Audiovisual preconiza que, pelo menos 50% do conteúdo da televisão sejam produzidos, predominantemente, com autores, trabalhadores e produtores residentes nos Estados-membros da União Européia.

No Reino Unido, por exemplo, o Canal 4 foi criado pelo governo, em 1983, com a função de transmitir somente conteúdo de produtores independentes. A demanda da emissora estatal por programação teve um resultado expressivo para o setor em todo o Reino Unido e hoje várias produtoras independentes têm valores de mercado mais altos do que o próprio Canal 4.

Todos os países da comunidade européia, além de Canadá, Austrália, Coréia do Sul, entre outros, possuem um sistema de cotas fundado na percepção de que é necessário proteger a indústria audiovisual nacional, cujo produto é um bem simbólico que representa, explica, dá sentido e valor à sociedade.

Desde 2007, o Brasil é signatário da Convenção sobre a Proteção e Promoção da Diversidade das Expressões Culturais, que em seu art. 6 garante a adoção de medidas regulatórias destinadas a proteger e promover a diversidade das expressões culturais, bem como a adoção de medidas que favoreçam o acesso aos meios de produção, difusão e distribuição, pelas indústrias culturais nacionais independentes.

Neste momento reconhecemos ser fundamental o apoio aos avanços estabelecidos no texto do PLC 116, que trarão para o setor de TV por assinatura importantes possibilidades de desenvolvimento, oportunidades de negócios e geração de novos empregos.
A entrada das empresas de telefonia no segmento de TV por assinatura representará aumento significativo na base de assinantes, maior competitividade e a consequente e necessária melhoria e barateamento deste serviço.

Estimamos que após a entrada das teles no mercado, e com o amadurecimento do mesmo, poderemos projetar uma redução significativa no custo médio do serviço de TV por assinatura para o consumidor.

Atualmente no Brasil apenas 10% dos lares com um aparelho de TV possui TV paga. Na Argentina este número é de 80%.

O crescimento econômico brasileiro, nestes últimos anos, aumentou o poder aquisitivo da população e junto com o sonho da casa própria, do automóvel, dos eletrodomésticos, a TV por assinatura vem ocupando lugar de destaque.

Hoje existem mais de 10 milhões de assinantes. Este número vem crescendo e a tendência de crescimento será maior com a aprovação deste PLC 116, portanto, um mercado a ser considerado.

Os conteúdos internacionais serão sempre bem vindos, não somos uma cultura fechada em nós mesmos, porém acreditamos na importância e pertinência dos conteúdos brasileiros, que já demonstraram qualidade e aceitação junto ao público brasileiro e internacional.

Nossas séries de animação infantil figuram entre as mais assistidas em canais a cabo no Brasil e no mundo. Nossos documentários e séries de dramaturgia têm reconhecimento por sua qualidade nos canais onde são exibidos.

E nossos programas, nos mais diferentes formatos e gêneros - musicais, especiais, jornalísticos, de arte, comportamento, educativos, entre tantos outros, encontram cada vez mais espaço na programação dos canais de TV.

É muito importante que cada segmento envolvido nessa matéria possa se manifestar aqui nesta casa que deverá selar o destino deste grande mercado potencial.

É igualmente importante que todos o façam com sinceridade de propósitos, de forma pública, republicana e transparente, para que o esforço desses anos todos não tenha sido em vão.

O PLC 116 prevê dois anos para que o mercado se prepare para sua aplicação. Por esse motivo é importante que possa ser votado da forma proposta, preservando seu texto tal como foi aprovado, após profundo e exaustivo debate travado por todas as partes interessadas ao longo destes três anos e que se busque solucionar as eventuais questões para a sua aplicação, durante a sua regulamentação, que poderá e deverá ser conduzida nesse sentido.

Entre elas a aplicação das cotas de conteúdo brasileiro qualificado fixadas neste PLC de maneira quase simbólica - três horas e meia por semana - sendo apenas a metade de conteúdo independente, fato que muitos canais a cabo já cumprem.

Ademais, a aplicação das cotas é progressiva, atingindo essas simbólicas três horas e meia apenas em quatro anos, sendo que elas perdurarão por apenas 10 anos. Ou seja, fica claro o intuito de fomento catalisador para o mercado nacional, uma vez que haverá tempo suficiente para o mercado se preparar para a adoção dessas medidas, além de que, por ter um caráter provisório, o setor precisará, nesses 10 anos, se tornar uma alternativa natural e viável para o mercado, sem depender mais dessas próprias cotas para garantir sua veiculação.

Lembramos que o PLC 116 prevê a possibilidade de utilização de recursos oriundos do FISTEL, para projetos de conteúdo independente. Tal dispositivo ajudará a garantir a aplicação das cotas sem necessariamente haver investimento dos canais. Além disso, a produção independente já conta com mecanismos de patrocínios - art. 1º e 3º da lei do audiovisual, art. 39 da MP 2.228-1/06, linhas do BNDES - Procult, fundo setorial do audiovisual, lei Rouanet, entre outros mecanismos no âmbito nacional, estadual e municipal.

Ou seja, não haverá transferência de custos para o consumidor, uma vez que esses fundos contribuirão e muito no custeio da produção independente estipulada nas cotas. Ao contrário disso, a aprovação do PLC 116 proporcionará maior expansão da TV paga no país e consequentemente a oferta de melhores preços, para atingir a população de baixa renda para esse tipo de oferta.

Os brasileiros figuram entre aqueles que mais tempo assistem TV, embora esse perfil esteja mudando, sobretudo entre os jovens, com o advento das chamadas novas mídias: internet, celulares e games. Mesmo assim a TV é muito importante para a população. Não seria absurdo aspirar que nossas TVs tenham a programação predominantemente brasileira, como já acontece nas TVs abertas. Ao contrário, é lógico e natural. A TV tem a função complementar à educação, à cultura, ao entretenimento, e é de se esperar que possamos oferecer aos brasileiros os conteúdos aqui produzidos, que falem a nossa língua para os nossos diferentes públicos e audiências.

Os EUA são um grande exemplo de como o estabelecimento de políticas públicas para a indústria audiovisual reverbera em diversos aspectos socioeconômicos de uma nação. A presença crescente do audiovisual nacional significa um aumento da importância econômica direta da atividade, e também da importância estratégica. O poder da identificação e da emoção e a capacidade de convencimento das massas presente nos conteúdos audiovisuais norte-americanos alavancam a indústria do país, ao propagar o american-way-of-life e divulgar seus produtos de consumo.
Desejamos também que não fossem necessárias as cotas para garantir isso e que as mesmas fossem dispensáveis diante de um mercado nacional desenvolvido.

Nos Estados Unidos, foram 40 anos de aplicação do mecanismo que obrigava as TVs a exibirem apenas 30% de produção própria para que o mercado de conteúdos fosse consolidado. A partir daí foi possível a flexibilização da legislação.

Isso resultou em uma indústria que ultrapassa meio trilhão de dólares. Assumindo que o crescimento econômico que o Brasil vem apresentando se perdurará, é aceitável acreditar que nossa indústria audiovisual possa seguir pelo mesmo caminho, dadas as proporções econômicas nacionais. Ou seja, existe a possibilidade de que no Brasil floresça uma nova indústria de bilhões de dólares anuais, gerando empregos e pagando tributos, contribuindo para o desenvolvimento da nação, mas para tanto, assim como nosso governo adota medidas para proteger nossa indústria têxtil da invasão chinesa, ou a indústria automobilística da indústria americana, precisamos de uma legislação que proteja e fomente a produção audiovisual nacional até o momento em que possamos competir em nível de igualdade com outros players mundiais.

Gostaríamos de terminar com uma nota altamente positiva e esperançosa que, ao aprovar este projeto de lei da Câmara os representantes do Governo estarão possibilitando um grande avanço em direção ao desenvolvimento da indústria audiovisual brasileira, com bases mais sólidas e oferecendo ao público assinante do serviço de TV por Assinatura, maiores e melhores opções de programação com melhores preços para o consumidor.


Fonte: http://www.abpitv.com.br

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Dá pra fazer no Cineclube Opiniões


Depois de intensas movimentações e discussões no movimento audiovisual acriano, Cineclube Opiniões vem mais uma vez convidar todos aqueles interessados na sétima arte para exibição e discussão do filme, “Dá pra fazer”, de Giulio Manfredonia. Sábado, 25 de junho, na Filmoteca Acriana, a partir das 19 horas!


Dá pra fazer é composto por fatos reais e que retrata um pouco da história das cooperativas que surgiram na Itália, após o movimento da luta anti-manicomial iniciado por Franco Basaglia e do fechamento dos hospitais psiquiátricos.

O filme conta o dilema do sindicalista – Nello, que depois de expulso do seu sindicato, por conta de seu livro com “idéias muito avançadas”, é remanejado para uma cooperativa em um manicômio. Nello passa então a ter uma função de organizar uma cooperativa de trabalho onde cada um dos pacientes irá exercer uma função na cooperativa.

No entanto, o que era pra ser apenas uma recreação receitada pelos médicos acaba virando um trabalho de verdade e levado a sério por Nello. Nesse momento gera-se um conflito entre o médico do manicômio e Nello que é acusado de iludir os pacientes com a proposta de um “trabalho de verdade”.


Apesar do filme não escapar das amarras “clichê”, não devemos nos esquecer que se baseia em uma história real de várias cooperativas em manicômios que funcionaram na Itália e que por isso deve ser levado em conta, não só pelo riso que vai correr solto, mas por sua capacidade de apresentar um mundo diferente visto pelas retinas das pessoas ditas “normais”.


PORTANTO, NÃO SE ESQUEÇA!

QUANDO: Dia 25 de junho (Sábado)

ONDE: Filmoteca Acriana (Biblioteca Pública)

HORAS: 19 Horas!

QUANTO:
O quanto você quiser!

TRAILER:

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Cinema Gratuito e ao ar livre!







No sábado, dia 18.06, vamos exibir de noite os filmes do Cine Educação, que foram Censurados no Acre, em praça pública. Importante a presença de todos neste ato contra a censura !!! Cine Opiniões ganha as ruas !!!!


FILMES SÃO PARA SEREM VISTOS, NÃO CENSURADOS!!!

SOBRE A CENSURA

SOBRE A CENSURA DA EXIBIÇÃO DO CURTA “EU NÃO QUERO VOLTAR SOZINHO” DE DANIEL RIBEIRO NA ESCOLA ARMANDO NOGUEIRA E POSIÇÃO ADOTADA PELA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DO ACRE

Diversas entidades do Movimento de Audiovisual do Estado do Acre, entidades representativas do audiovisual nacional como o CNC – Conselho Nacional de Cineclubes Brasileiros, representando mais de 400 cineclubes distribuídos em todas as regiões do país, Associações Brasileiras de Documentaristas e Curtas – Metragistas de diferentes Estados do Brasil, Organização Mix Brasil, entre outras, manifestam sua indignação frente a censura imposta à exibição do filme “Eu não quero voltar sozinho” (2010), do diretor Daniel Ribeiro, na Escola Armando Nogueira, no Acre, e frente a posição assumida pela Assembléia Legislativa do Estado do Acre.
Infelizmente, atitudes como essa demonstram que mesmo após 26 anos do encerramento da ditadura civil-militar, o país ainda sofre com práticas autoritárias e atitudes arbitrárias e inconstitucionais que ferem a liberdade de expressão. Causa ainda mais espanto e perplexidade o fato de que atitudes desta natureza encontrem apoio e amparo em instituições que deveriam zelar pela democracia, pelo estado de direito e pelo respeito as normas constitucionais.
Assim repudiamos que os parlamentares acrianos, sem debate aberto censuraram e desqualificaram o valor artístico/cultural do filme de Daniel Ribeiro (produção premiada em festivais de todo o país) desconsiderando a contribuição pedagógica dada pela obra em questões relacionadas ao preconceito, tolerância e acolhimento dos diferentes e das diferenças.
Consideramos que com tal atitude de alguns dos deputados da Assembléia Legislativa do Acre, além de demonstrar despreparo para o exercício dos cargos para os quais foram eleitos, em nada auxiliam na construção de uma sociedade democrática e justa.
Neste contexto, estamos unidos na luta pelo respeito à diversidade cultural, pelos direitos de livre manifestação cultural e contra a CENSURA.
Filmes são feitos para serem vistos! NÃO CENSURADOS!

PELO IMEDIATO FIM DA CENSURA E RESTABELECIMENTO DAS GARANTIAS CONSTITUCIONAIS.
PELOS DIREITOS DO PÚBLICO! PELO ESTADO LAICO DE FATO!
NÓS SOMOS O PÚBLICO!
EM CASA SOMOS POUCOS, JUNTOS SOMOS TODOS !!!

RIO BRANCO, ACRE, 6 de junho de 2011


ASSINADO:

*CONSELHO NACIONAL DE CINECLUBES - CNC
*DIRETORIA REGIONAL NORTE DO CONSELHO NACIONAL DE CINECLUBES
*CÂMARA TEMÁTICA SETORIAL DO AUDIOVISUAL DE RIO BRANCO *ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE DOCUMENTARISTAS E CURTA METRAGISTA SEÇÃO ACRE (ABDeC – SEÇÃO ACRE)
*ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE DOCUMENTARISTAS E CURTA METRAGISTA SEÇÃO PERNAMBUCO (ABDeC – SEÇÃO PERNAMBUCO)
* ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE DOCUMENTARISTAS E CURTA METRAGISTA SEÇÃO PARA (ABDeC – SEÇÃO PARA)
* ASSOCIAÇÃO DE CINEMA E VÍDEO DO AMAZONAS - ACVA/ABD-AM
ASSOCIAÇÃO DE CINEMA E VÍDEO DO CEARÁ ACVA/CE
* CURTA MINAS – ABD MG
* FESTIVAL DE CINEMA DA DIVERSIDADE SEXUAL MIX BRASIL
* MOSTRA DE CINEMA ITINERANTE FOR RAINBOW
ASSOCIAÇÃO SAMAÚMA DE CINEMA E VÍDEO – RIO BRANCO
* ARTRIO PRODUÇÕES
* CINECLUBE OPINIÕES
* CINECLUBE COCAR
* CINECLUBE BARRACÃO
* CINECLUBE CINEMACRE
* ASSOCIAÇÃO DE HOMOSSEXUAIS DO ACRE – AHAC
* DANIEL RIBEIRO, DIRETOR DE “EU NÃO QUERO VOLTAR SOZINHO”

quarta-feira, 8 de junho de 2011

O Signo da Cidade


Atenção cineclubistas acrianos, sábado, 11, a partir das 19 horas, na Filmoteca Acriana, exibição do filme “O Signo da Cidade”, do diretor Carlos Alberto Riccelli.

O Signo da Cidade, do diretor Carlos Alberto Riccelli, faz um retrato da São Paulo que nunca dorme através dos acontecimentos de diversas pessoas que se entrelaçam na grande metrópole paulistana acompanhados pelo ponto de vista de uma astróloga que vive os traumas das pessoas como se fossem seus próprios.


Bruna Lombardi (autora do roteiro do filme), graciosamente faz o papel de Teca, mulher que segundo ela mesma “Lê as Estrelas” tem um programa de rádio, vitima de um recente divorcio e da doença terminal de um pai que mal conhece, ela se vê envolta aos seus próprios problemas e os anseios das pessoas anônimas que buscam respostas para seus problemas em seu programa de rádio.

O filme entrelaça a vida de inúmeras pessoas como se fossem Teias Astrais do destino, fazendo com que a vida de todos se esbarrem uma nas outras em determinado momento do filme, mostrando como as nossas ações refletem nas pessoas do nosso cotidiano.

Ao mesmo tempo o filme reflete em diversos momentos a fragilidade da vida humana e como às vezes uma simples palavra de apoio é necessária para aquela pessoa que está frente a seus olhos pedindo apenas um momento mutuo de afeto.



PORTANTO, NÃO SE ESQUEÇA!

QUANDO: Dia 11 de Junho (Sábado)

ONDE: Filmoteca Acriana (Biblioteca Pública)

HORAS: 19 horas!

QUANTO: O quanto você quiser!

TRAILER:

sexta-feira, 3 de junho de 2011

CARTA DE REPÚDIO

MOVIMENTO AUDIOVISUAL ACRIANO CONTRA A CENSURA!

- O ESTADO BRASILEIRO É LAICO! -

A exemplo das constituições democráticas contemporâneas, a Constituição Federal de 1988 proíbe qualquer espécie de censura, seja de natureza política, ideológica ou artística (art. 220,§2°).

Do ponto de vista do direito constitucional, censura significa todo procedimento do Poder Público visando a impedir a livre circulação de ideias contrárias aos interesses dos detentores do Poder Político. Vale dizer, o Estado estabelece previamente uma tábua de valores que deve ser seguida pela sociedade. Assim sendo, os Valores do Estado Brasileiro não podem jamais ter como parâmetro os dogmas fundamentalistas religiosos em um país legalmente LAICO e PLURAL.

A liberdade de expressão e informação encontra-se, outrossim, expressa em vários documentos internacionais: a Declaração dos Direitos Humanos de 1948, aprovada pela ONU (art. 19); o Convênio Europeu para a Proteção dos Direitos Humanos e das Liberdades Fundamentais, aprovado em Roma no ano de 1950 (1 e 2); mais recentemente, a Convenção Americana de Direitos Humanos -Pacto San de José da Costa Rica.

A nossa atual Constituição Federal regula a liberdade de expressão e informação nos arts. 5° e 220. As principais disposições normativas são:

Art. 5°, IV - é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato;

Art. 5°, IX - é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença;

Art. 5°, XIV - é assegurado a todos o acesso à informação e resguardo do sigilo da fonte, quando necessário ao exercício profissional;

Art. 220 - A manifestação do pensamento, a criação, a expressão e a. informação, sob qualquer forma, processo ou veículo, não sofrerão qualquer restrição, observado o disposto nesta Constituição.

§1° - Nenhuma lei conterá dispositivo que possa constituir embaraço à plena liberdade de informação jornalística em qualquer veículo de comunicação social, observado o disposto no art. 5°, IV, V, X, XIII e XIV;

§2° - É vedada toda e qualquer censura de natureza política, ideológica e artística.

De acordo com a CONSTITUIÇÂO FEDERAL, nós, realizadores independentes, cineclubistas, artistas, produtores e articuladores das políticas públicas para a cultura, nos manifestamos em REPÚDIO à atitude de censura por parte de alguns Deputados Estaduais em relação à exibição do filme “Eu não quero voltar sozinho” (2010), do diretor premiado Daniel Ribeiro, na Escola Armando Nogueira, nesta semana.

Sem debate prévio e sem embasamento legal, a não ser de ordem fundamentalista, reacionária e dogmática, os Parlamentares, em fórum fechado, na Assembléia Legislativa do Acre, censuraram e desqualificaram o valor artístico/cultural do filme. O pior de tudo é que o fato ocorreu sem ao menos proporem um debate democrático e técnico com a participação de especialistas em cinema e educão ou representantes do Projeto Cinema e Educação do Ministério da Justiça. Com essa atitude, transformaram a ALEAC em um órgão Censor, posicionando-se de maneira arbitrária e desconsiderando a Constituição Federal Brasileira.

Por ser uma casa que representa todo o povo acreano, sem distinção de credos ou ideologias, tememos pelos critérios usados por estes parlamentares que, inclusive, manifestaram-se na imprensa com informações falsas sobre o filme. Através desta carta, solicitamos um POSICIONAMENTO da ALEAC em relação a essa atitude, que em nada contribui para a construção de uma sociedade democrática e de direito.

O Programa Cine Educação foi elaborado a partir de parceria entre Cinemateca Brasileira, Via Gutenberg, diversas Secretarias Estaduais e Municipais de Educação e o patrocínio da MAPFRE Seguros, tendo como foco a formação do cidadão a partir da utilização do cinema no processo pedagógico interdisciplinar.

O Programa é parceiro da Mostra Latino-Americana de Cinema e Direitos Humanos, que acontece em quase todas capitais do Brasil. No Acre é realizado há dois anos, com sucesso de público e de crítica.
Os filmes da Mostra de Direitos Humanos, que são posteriormente exibidos no projeto Cine Educação, se propõem a difundir as temáticas dos Direitos Humanos por meio da linguagem cinematográfica, com temas como valorização da pessoa idosa, inclusão das pessoas com deficiência, garantia dos direitos da criança e do adolescente, população de rua, saúde mental, igualdade de gênero, diversidade sexual, preconceito racial, liberdade religiosa, acesso à terra, direito ao trabalho decente, inclusão social, entre outros.
O programa possibilita aos alunos discussões criticas e reflexivas de temas fundamentais para a formação de uma sociedade mais justa,solidária e, sobretudo, de respeito ás diferenças. Enfatizamos aqui, que o Programa não tem nenhuma relação com o KIT ANTI-HOMOFOBIA, que também deve ser tratado com responsabilidade e não de forma deturpada, como vem sendo feito.

O curta-metragem “Eu Não Quero Voltar Sozinho”, de Daniel Ribeiro, alvo de preconceito e descriminação no Estado do Acre, é um dos filmes brasileiros mais premiados dos últimos tempos em vários Festivais de Cinema Nacional e Internacional. Entre eles:

· Prêmios de Melhor Filme e Melhor Roteiro - Júri Oficial, Melhor Filme - Júri Popular, Melhor Filme – Prêmio da Crítica no 3º Festival Paulínia de Cinema - 2010

· Prêmios Troféu Mix Brasil Coelho de Prata / TOP 10 filmes escolhidos pelo público no 21° Curta Kinoforum – Festival Internacional de curtas-metragens de São Paulo 2010

· Prêmio de Melhor Roteiro no Entretodos 3 - Festival de Curtas de Direitos Humanos

· Menção Honrosa na 10ª Goiânia Mostra Curtas

· Prêmios de Melhor Filme, Melhor Film Juri Popular e Melhor Roteiro no CLOSE - Festival da Diversidade Sexual de Porto Alegre

· Prêmios de Melhor Filme Júri Popular e Melhor Direção no 17º Festival de Cinema e Vídeo de Cuiabá

· Prêmio ET de Prata - Melhor Direção no 9º Festival Nacional de Cinema de Varginha

· Prêmios Coelho de Ouro - Melhor Curta Nacional e Coelho de Prata - Melhor Roteiro no 18º Mix Brasil

· Prêmio de Melhor Direção no 4º For Rainbow - Festival de Cinema e Cultura da Diversidade

· Prêmio de Melhor Roteiro no 4º Festival Internacional de Cinema de Itu

· Prêmio de Melhor Filme - Mostra Nacional no Curta Cine Malagueta – 2° Festival Nacional Curtas-Metragens de Rondonópolis

· Prêmio de Melhor Roteiro no 17º Vitória Cine Vídeo

· Prêmio de Melhor Curta Nacional - Juri Popular no 6º Fest Aruanda

· Menção Honrosa no II Curta Carajás

FESTIVAIS INTERNACIONAIS

· Melbourne Queer Film Festival

· Festival Internacional de Cinema de Guadalajara

· Festival Cinematográfico Internacional del Uruguay

· Torino GLBT Film Festival

· Prêmio do Público - Melhor Curta Metragem

· Menção Oficial - Juri Oficial

· Pink Apple Film Festival

· Inside Out - Lesbian and Gay Film and Video Festival of Toronto [29]



Pela Liberdade de Expressão e Direitos Humanos!

Rio Branco, Acre - 03 de junho de 2011

. CONSELHO NACIONAL DE CINECLUBES - CNC

. DIRETORIA REGIONAL NORTE DO CONSELHO NACIONAL DE CINECLUBES

. CÂMARA TEMÁTICA SETORIAL DO AUDIOVISUAL DE RIO BRANCO

· ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE DOCUMENTARISTAS E CURTA METRAGISTA SEÇÃO ACRE (ABDeC – SEÇÃO ACRE)

· ASSOCIAÇÃO SAMAÚMA DE CINEMA E VÍDEO

. ARTRIO PRODUÇÕES

· CINECLUBE OPINIÕES

· CINECLUBE COCAR

· CINECLUBE BARRACÃO

· CINECLUBE CINEMACRE

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Campanha - Salve o Dia Internacional da Animação!


O Dia Internacional da Animação acontece há 7 anos chegando em 2011 na sua 8º edição, contando com a participação a cada ano de mais de 400 cidadesabrangendo todos os estados brasileiros e em mais de 50 países. O eventosempre teve entrada franca em todas as suas atividades sejam elas oficinas, debates e mostras: nacional, internacional, infantil, deficientes visuais, portadores de síndrome de down e autismo, e deficientes auditivos.

Este ano infelizmente ainda não obteve patrocínio para realização do DIA, o que compromete sua realização.

Nas edições de 2009 e 2010 a produção contou com o patrocínio da Petrobras para realização do evento e nos outros anos com o apoio do Fundo Nacional de Cultura do Ministério da Cultura. Infelizmente este ano não foram contemplados pelo Programa Petrobras Cultural 2011 fato que está comprometendo todo o cronograma de produção e a execução do projeto. Também neste ano com as mudanças na LDO foi vedada a realização de convênios para eventos entre Ministério da Cultura e entidades privadas, o que restringiu as alternativas para produção do Dia Internacional da Animação 2011 já que ele tem caráter de mostra e abrange todo o território nacional. Para piorar a situação contam com mais de duzentas solicitações de novas cidades querendo participar também do evento, fato que é totalmente inviável, pois não há verba nenhuma nem para a realização do DIA nos municípios que já participam.

O DIA busca contribuir para integração cultural em todas as regiões do país mobilizando diversas comunidades, facilitando a inclusão e o acesso da população à cultura. A realização deste evento só tem sido possível graças ao apoio e a participação da população, de centros culturais, de prefeituras, de diversas entidades como: CNC – Conselho Nacional de Cineclubes, FICC – Federação Internacional de Cineclubes, ABD Nacional – Associação Brasileira de Documentaristas e Curta-metragistas, Fórum dos Festivais, CBC Congresso Brasileiro de Cinema, ASIFA Associação Internacional do Filme de Animação e também de produtores culturais, de cineclubes, de pontos de cultura, APAEs, de emissoras de televisão, além de diversos veículos de comunicação das mais variadas mídias.

Nós do Animação S.A. Sabemos da importância desse evento. Ficamos impressionados com os trabalhos de animadores, animaniacos que se envolvemvoluntariamente todos os anos para levar ao maior número possível de pessoas sessões maravilhosas de animação gratuitas para a população. Não é justo parar agora.
Pedimos a todos vocês leitores, que adiram a campanha que está sendo lançada, via twitterFacebook , blogs, enfim espalhem essa história. Vamos ajudar a conscientizar a importância deste mega evento.
Quem está com a gente? Vamos nessa!

Lei de Direitos Autorais - Proposta do MinC contempla proposta do CNC

Companheir@s

O CNC – Conselho Nacional de Cineclubes Brasileiros informa que o texto final do anteprojeto de lei apresentado hoje pelo MinC, na abertura do Seminário A Modernização da Lei de Direitos Autorais: contribuições finais para o APL contempla integralmente a proposta apresentada pela entidade durante o processo de consulta pública realizado durante 2010.

Informa também que nossa proposta além de ter sido utilizada por vários palestrantes como exemplo dos possíveis e necessários avanços que poderão ser alcançados pela aprovação da proposta apresentada pelo MinC, não sofreu qualquer crítica ou oposição, sinalizando portanto que sua aprovação final pelo legislativo federal poderá ocorrer de forma tranquila e sem grandes sobresaltos desde que continuemos mantendo nossa atenção e mobilização durante o processo de tramitação na Câmara e no Senado Federal.

Acreditamos assim que o CNC e o movimento cineclubista brasileiro deram hoje mais um grande passo no processo de nossas luta para que a nova legislação brasileira sobre o direito autoral reconheça a importância da atividade cineclubista e contemple as garantias legais necessárias ao seu pleno funcionamento e ao fortalecimento dos Direitos do Público!

É hora portanto de comemorar mais esta grande vitória construída coletivamente pelo movimento cineclubista brasileiro através do CNC – Conselho Nacional de Cineclubes.
Confiram abaixo o texto da proposta divulgada pelo MinC que no inciso XIX de seu artigo 45, conforme já mencionado contempla integralmente a proposta apresentada pelo CNC:
“Art. 45.   

XIX – a exibição pública sem finalidade comercial, realizada por associações cineclubistas, assim reconhecidas pelo Ministério da Cultura, feita a partir de cópia legalmente obtida, exceto por meio de locação ou empréstimo, desde que a associação não tenha finalidade lucrativa, por si própria ou por vínculo com empresas ou entidades, e que a exibição não concorra com a exploração comercial da obra;”

Finalmente, ressaltamos novamente que apesar de podermos hoje comemorar mais esta vitória, continuaremos atentos e mobilizados até nossa vitória final.
Saudações Cineclubistas

A DIRETORIA

CONSELHO NACIONAL DE CINECLUBES BRASILEIROS
GESTÃO NAÇÃO CINECLUBE – 2010/2012


Fonte:
http://cncbrasil.wordpress.com

Inscritos - Oficina de Cinema e Literatura

01
Juciele de Souza Belchior
02
Nathália Caroline de Almeida Alencar
03
Andressa Sena Ferreira
04
Kacio D'angelys Silva Sousa
05
Daniel Alves Scarcello
06
Talita Oliveira
07
Jaissa Caroline Dantas de Almeida
08
Marcely Cristiny Bispo do Amor Divino
09
Ailton de Queiroz Cavalcante
10
Fernanda Daniela Paiva
11
Marina Lostarnaud Galvão
12
Pâmela Alves Moura
13
Emanuelly Silva Falqueto
14
Synara Suellen Lebre Felix
15
Daniele Cunha da Silveira
16
Ana Caroline Santana dos Santos
17
Sara Kerolin Souza da Silva
18
Luane Karoline Fontenele Rocha
19
Arnaldo Pereira Lima Junior
20
Sandra Magali Soares Cardoso
21
Tâina Souza do Nascimento
22
Brasilina Feitosa de Araújo
23
Priscila Muniz de Assis
24
Milena da Silva Paixão
25
Marcio Rodrigo Marques da Silva
26
Valeria de Melo Rogerio
27
Catiana do Nascimento Barreto
28
Cintia Moraes Araújo
29
Aeolane Coelho Sousa
30
Andressa Christiny do Carmo Batista
31
Ana Paula Alab de Oliveira
32
Leonardo de Alencar Barbosa Fleming
33
Ivania Maria Costa de Matos
34
Marinete Carvalho do Rêgo
35
Joana Moraes do Nascimento Silva
36
Fernanda Gonçalves dos Santos
37
Gabriela Martins de Souza
38
Francisca Carvalho do Rego
39
Clemilda da Silva Leite
40
Ana Beatriz Santos dos Anjos
41
Camila de Melo Maciel
42
Rosa Maria de Lima
43
Naiara Martins da Costa
44
Francisca de Morais Mendonça
45
Mario Sérgio Pedroza Lobão
46
Caroline Saldanha Favale de Quadros
47
Antonio Erisvaldo Paiva de Oliveira
48
Joiciclea Leite Martins
49
Suelia Maria da Silva
50
Luiz Felipe Maia da Costa
51
Antonia Maria Felisberto Lima
52
Fernando Gomes Falcão
53
Seliane Maria Nery da Silva
54
Maria Lidiane Rosas Nascimento
55
Aquesia Maciel Goes
56
Daniela Andrade Rodrigues
57
Mayara Batista Montenegro
58
Julio Cesar Gurgel Nolasco
59
Ailton de Queiroz Cavalcante
60
Patricia Lima Gonçalves
61
Caio Silva Mota
62
Maíra Menezes Bezerra Araújo
63
Letícia de Paula Queiroz
64
Jayne da Silva Negreiros
65
Tiago Carlos Silva e Silva
66
Sara de Araújo Ferreira
67
Samily Gomes da Luz
68
Irma Isabelle de Meneses Haluen
69
Francisco das Chagas Alves Menezes
70
Jacqueline de Freitas Maciel
71
Marina Lostarnaud Galvao
72
Carina Cordeiro de Melo
73
Taynan de Oliveira Moura
74
Narleide Duarte de Oliveira
75
Josue de Freitas Lima
76
Liliane Nogueira Monteiro
  
Lista de espera: Será convocada de acordo com a ordem