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sexta-feira, 25 de março de 2011

A Onda vem com tudo no Opiniões!


Dando continuidade as exibições e discussões do Cineclube Opiniões, sábado dia 9 de abril, exibiremos o filme “A Onda”, longa-metragem mostra como o totalitarismo pode florescer mesmo com as “melhores das intenções” de quem se deixa levar pela intolerância.


Adaptado do ensaio The Third Wave (A Terceira Onda), do professor de História Ron Jones, no qual relata sua experiência numa escola da Califórnia (EUA), em 1967, na tentativa de explicar na prática como Hitler e o Partido Nazista chegaram ao poder na Alemanha.

O filme do diretor alemão Dennis Gansel transfere sua experiência para a Alemanha atual e analisa o comportamento de um grupo de colegiais quando passa do estudo da Autocracia para o exercício do poder através da violência, mostrando como é possível a criação de doutrinas ideológicas em sala de aula, não só no passado, mas atualmente.

Tudo acontece em uma semana de aula onde o professor e seus alunos criam o movimento “A Onda”, tudo a partir de normas de conduta, espírito coletivo, disciplina e a busca de um bem maior.

É interessante ver como pode reagir o comportamento das massas e como esta se torna suscetível ao surgimento e crescimento de regimes desta natureza, principalmente em tempos de governos ditadores em conflitos e intervenções militares com está natureza, sendo uma boa oportunidade para refletir e discutir os perigos que residem nas ideologias presente no mundo contemporâneo e os perigos que podem representar.



Portanto, não se esqueça!

Onde: Filmoteca Acriana (Anexo Biblioteca Pública)

Quando: Dia 09 de abril (Sábado)

Horas: 18 horas

Quanto: GRATUITO!


TRAILER

segunda-feira, 21 de março de 2011

Quem tem medo de mudanças?

Entre discursos, reuniões bilaterais e possíveis acordos comerciais, um ponto da agenda da comitiva americana que acompanha Barack Obama em sua visita ao País chama atenção. O Secretário de Comércio dos EUA, Gary Locke, se reuniu na sexta-feira passada, 18, com a ministra da Cultura, Ana de Hollanda. O pedido, em forma de “visita de cortesia”, partiu do governo americano e tinha como pauta um tema quente para o Ministério no começo de 2011: propriedade intelectual.

A pauta oficial falava em Ano Interamericano da Cultura e a Convenção da Unesco para a Diversidade. Mas, no pedido da embaixada norte-americana (ao qual o Link teve acesso), fica claro: o secretário de Comércio dos EUA queria falar sobre direitos autorais. E é difícil discutir isso com Ana de Hollanda sem passar pela Reforma da Lei de Direitos Autorais. Marcia Regina Barbosa, a nova responsável pela área no Ministério, participou do encontro e confirmou o tema:

“Ele sabe que estamos passando por um processo de reformulação do projeto de lei e mencionou que se coloca à disposição para ajudar”.

Quando Gilberto Gil assumiu como ministro, em 2003, o Ministério da Cultura (MinC) começou a estreitar relações com o Creative Commons e aderiu não só à licença, usada a partir dali nos seus projetos, mas também a uma visão mais flexível sobre o copyright. A partir de 2007, quando o cargo passou para o ex-secretário-executivo Juca Ferreira, o MinC decidiu mexer no vespeiro e propôs a discussão sobre uma revisão na lei brasileira de direitos autorais que, se aprovada, criaria exceções para o uso educacional e legalizaria o remix e cópias privadas e não-comerciais de obras protegidas.

O criador do Creative Commons, Lawrence Lessig, chegou a dizer que, se as mudanças fossem adotadas, o Brasil teria a mais moderna legislação do mundo nessa área. O texto do projeto, resultado das discussões no período, entrou em consulta pública na internet em 2010 e a versão final foi mandada para a Casa Civil no final do governo anterior. Mas, agora, com a pasta sob o comando de Ana de Hollanda, ele provavelmente passará por novas mudanças.

Desde o começo do mandato da compositora, o MinC tomou a contramão. Logo em janeiro, a ministra desvinculou o selo Creative Commons do conteúdo do site e fez elogios ao Escritório Nacional de Arrecadação (Ecad), criticado pela falta de transparência no repasse de direitos autorais de músicas e principal adversário da reforma, que criaria um órgão governamental para fiscalizá-lo. Em entrevistas, apesar de afirmar que ainda não lera o texto, Ana deixou claro que compartilhava os mesmos pontos de vista das entidades que tanto se opuseram a ele.

A equipe que tocava a reforma saiu do Ministério. A Diretoria de Direitos Intelectuais foi ocupada por Marcia Regina Barbosa, que integrou o Conselho Nacional de Direito Autoral (CNDA) e já escreveu um artigo com o advogado Hidelbrando Pontes, conhecido defensor do copyright e ligado ao Ecad.

“Ganhamos a guerra, pode ter absoluta certeza”, garante Roberto Mello, presidente da Associação Brasileira dos Músicos (Abramus), um opositor da política anterior do Ministério que se diz “bastante satisfeito” com a nova gestão.

“Pode esquecer esses ativistas que estão protestando, eles já eram. O Ministério foi completamente desaparelhado”, afirma.

Ruptura. O que ainda se discute é o porquê de uma mudança tão radical em um governo de continuidade. “Tem sido feita muita pressão para que o Brasil adote uma linha mais amigável aos interesses dos EUA e para que siga suas recomendações em relação aos direitos autorais. A escolha de Ana de Hollanda e suas primeiras ações a esse respeito refletem isso”, afirma o sociólogo Joe Karaganis, pesquisador do Social Science Research Council que chefiou um estudo de três anos sobre a pirataria em países emergentes.

Com os norte-americanos insatisfeitos, o Brasil poderia começar a sofrer retaliações comerciais. Por isso, o novo MinC teria decidido se alinhar à cartilha dos grandes conglomerados da música e do cinema. “As pequenas ações da ministra apontam basicamente para a realização da agenda da indústria cultural”, afirma Pablo Ortellado, do Grupo de Políticas Públicas para o Acesso à Informação da USP.

O que Ana de Hollanda está fazendo – e dizendo – vai na direção do que quer a Aliança Internacional de Propriedade Intelectual (IIPA, na singla em inglês), entidade que reúne órgãos como a MPAA, associação que representa os estúdios cinematográficos, e a RIAA, representante o mercado fonográfico.

Em relatório divulgado da semana passada, a associação recomenda que o País endureça a legislação antipirataria. O Brasil foi classificado com um dos 40 países do mundo a se “prestar atenção”. A entidade diz que a flexibilização da legislação é “inconsistente com um equilíbrio viável entre proteções e exceções”, além de “desnecessária”.

O estudo poderia ser só um retrato do que são os países na visão das indústrias que combatem a troca de arquivos e cópias ilegais, mas sua importância é bem maior e tem ligação até com a visita de Gary Locke a Ana de Hollanda na última sexta-feira.

A IIPA envia as informações ao Escritório de Comércio, que as usa na elaboração do Special 301, uma lista anual dos países que não colaboram com a propriedade intelectual e que é usada como pressão em acordos comerciais bilaterais. Os EUA têm um mecanismo para ajudar países em desenvolvimento com a isenção de impostos na exportação de produtos, mas atrela o benefício justamente à maneira como eles cuidam dos direitos autorais. Quem desagradar perde o benefício.

Ortellado teme que, por medo, o governo brasileiro siga à risca as recomendações da indústria e evolua para políticas repressoras como a do “three strikes”, que permite a retirada de conteúdo ou mesmo a suspensão da conexão de usuários acusados de infrações de copyright. O cenário catastrófico ainda não se anuncia, mas o pesquisador já arrisca um ponto final ao menos para o projeto formulado no ano passado: “A ministra vai sentar em cima da reforma. A posição da indústria é não mudar a lei”.



Fonte: http://migre.me/45chT

1ª Reunião Comitê Consultivo da SAv 2011

Discussão das ações da secretaria e composição do Comitê marcam primeiro dia do encontro


Na manhã desta segunda-feira (14), em Brasília, teve início a 1ª Reunião do Comitê Consultivo da SAv de 2011. A secretária do Audiovisual, Ana Paula Santana, e os representantes do segmento audiovisual brasileiro estiveram reunidos durante todo o dia para discutir a consolidação de políticas e os novos rumos para o setor. O encontro terá continuação nesta terça-feira (15), das 9h às 14h, com a participação da ministra da Cultura, Ana de Hollanda.

Os principais pontos destacados foram: as ações em curso da secretaria que terão continuidade; o fomento da SAv no âmbito dos programas e editais; legislação; parcerias; formação e capacitação técnica; exibição e cineclubes; assuntos internacionais: política e participação; integração de ações da SAv e Ancine; o Fundo Procultura de Incentivo à Inovação Audiovisual, além do Plano Setorial do Audiovisual.

A secretária Ana Paula reafirmou que uma das prioridades da SAv é pagar todo o passivo, e falou da continuidade de ações em sua gestão. “Em política que está funcionando não se mexe. Vamos dar continuidade ao que está dando certo, mas, ao mesmo tempo, nossa gestão não será apenas de continuidade às gestões anteriores. Temos muitas idéias e propostas para discutir com o setor, pensamos nos avanços da distribuição de curtas e em novos projetos, e queremos ouvir propostas de todos os segmentos do audiovisual”.

Sobre as políticas já existentes, declarou que os programas Cine Mais Cultura e Programadora Brasil estão garantidos para este ano e que pretende dar continuidade ao programa BrGames. “As parcerias interministeriais também farão parte da nossa estratégia de trabalho. Continuamos trabalhando em parceria com a Empresa Brasil de Comunicação (EBC) e, inclusive, dia 30 deste mês, teremos o lançamento do FICTV, uma parceria que resultou em três minisséries. Ainda neste sentido, assinamos uma cooperação entre o MinC e o Supremo Tribunal Federal (STF) para a difusão da cultura audiovisual por meio da TV Justiça”.

Na parte da tarde, a secretária reiterou a importância da formalização do Comitê Consultivo da Sav. “Queremos encerrar esse dia com a discussão da composição do comitê. Pretendemos formalizá-lo, para que o ritmo seja mantido. Precisamos de um regimento interno. Essa formalização nunca existiu. Agora temos uma consultoria jurídica que está de acordo com a oficialização do conselho, mas exige nossa formalização.” As propostas serão ouvidas pelos representantes do comitê, que devem ser finalizadas na reunião desta terça-feira.

O Comitê é composto por Antônio Claudino de Jesus, representante dos Cineclubes; Marta Machado, do setor de animação; Rubem Rewald, dos diretores de filmes de longa metragem; Afonso Galindo, dos diretores de filmes de curta metragem; Edianez Parente, dos pesquisadores para a televisão; Emiliano de Castro, dos jogos eletrônicos e conteúdos digitais; Marcos Lazarini, dos roteiristas; Póla Ribeiro, das emissoras públicas de televisão; Aida Marques, do Ensino de Cinema; Vanessa Reis, das Experiências Populares em Audiovisual; Tetê Mattos, dos Festivais; Luiz Antonio Gerace da Rocha e Silva, dos Técnicos, e Jaime Lerner, dos produtores de cinema e seus suplentes.


Fonte: Assessoria de Comunicação SAv/MinC

sábado, 5 de março de 2011

Agora somos nós mesmos no cineclube

Depois dos embalos de carnaval o Cineclube Opiniões volta a todo vapor para exibir o filme “5x Favela – Agora por nós mesmos”. Filme dividido em cinco partes escrito e dirigido por jovens cineastas moradores de favelas do Rio de Janeiro, que teve na sua produção Carlos Diegues (Cacá Diegues).

O subtítulo faz uma alusão o que seria a segunda versão de 5x Favela, de 1961, que teve produção do Centro Popular de Cultura da União Nacional dos Estudantes (CPC da UNE), com direção de Cacá Diegues, Joaquim Pedro de Andrade, Leon Hirszman (idealizador desse filme originalmente, já falecido), Marcos Farias e Miguel Borges.

Portanto não se esqueça!

QUANDO: 12 de Março (sábado)

ONDE:
Filmoteca Acriana (Biblioteca Pública)

HORAS: 16:00 horas

QUANTO: Gratuito!


TRAILER: